Ação comunitária para o fim do VIH e da TB
A capacitação das pessoas é central na resposta ao VIH e à tuberculose (TB).
A Guiné-Bissau, o aumento do acesso à testagem e a garantia de que as pessoas conhecem o seu estado de saúde continuam a ser passos essen ciais para a prevenção, o tratamento e a melhoria dos resultados de saúde a longo prazo.
A ADPP-Guiné-Bissau trabalha a nível nacional para reforçar o conhecimento e a sensibilização comunitária em saúde, promovendo a testagem precoce, reduzindo o estigma e apoiando a adesão ao tratamento. Os ativistas comunitários desempenham um papel fundamental ao trabalharem em estreita colaboração com os centros de saúde no acompanhamento das pessoas que vivem com VIH. Esta abordagem comunitária contribuiu para uma melhoria na adesão ao tratamento, com mais de 42.000 pessoas apoiadas a continuar a sua medicação sob orientação médica.

A tuberculose continua a ser uma importante preocupação de saúde pública no país, particularmente devido aos desafios no diagnóstico precoce e no acesso ao diagnóstico. Os ativistas comunitários formados colaboram com profissionais de saúde na identificação de casos suspeitos de TB e na sua referenciação para as unidades de saúde.
Através destes esforços, foram identificados e referenciados 93 casos suspeitos de TB e 558 crianças com menos de cinco anos foram incluídas no Tratamento Preventivo da Tuberculose, contribuindo para a prevenção e intervenção precoce. O estigma, o medo e a discriminação continuam a ser algumas das principais barreiras à prevenção e ao tratamento do VIH.
Para responder a estes desafios, a ADPP-GB, em colaboração com organizações parceiras, implementou campanhas de sensibilização e caravanas comunitárias para promover o conhecimento, reduzir a discriminação 20 e reforçar as redes de apoio às pessoas que vivem com VIH.
Estas intervenções são realizadas em estreita parceria com intervenientes nacionais e internacionais, incluindo o Ministério da Saúde Pública (Programa VIH & TB – Fundo Global), RENAP+GB, AGMS, AGUIBEF, Coalition Plus (Rede Lusófona), GAT, CCM, organizações comunitárias e SNLS.
Apoiado por:
Ministério da Saúde Pública, com financiamento do Fundo Global e parceiros da Humana People to People.